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Cultura

Dia das Crianças: livros infantis como sugestões de presentes

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Como outubro é o mês das crianças, que tal aproveitar o período para apresentar aos pequenos o mundo da literatura infantojuvenil? E já que no dia 12 a tradição é dar presentes, a Colli Books Editora listou 8 dicas de leitura com diversos autores que abordam temas como diversidade, sustentabilidade, autismo, empreendedorismo e amizade. São assuntos que a garotada pode aprender de maneira leve e com muito entretenimento.

Segundo Isa Colli, gestora da editora Colli Books, a leitura é uma oportunidade de abrir portas para o mundo do conhecimento, e com isso, levar a meninada a estimular a criatividade. “Fico muito feliz em oferecer livros que têm o poder de transformar e desenvolver o lado crítico das crianças. E o principal é que escolher livros no lugar de brinquedos é diversão garantida. Acredite”, ressalta a executiva.

Confira a lista de livros para o Dia das Crianças:

O menino que descobriu as cores

Os autores Tais Faccioli e Tiago Vilariño oferecem às crianças aquela ajudinha para pintar o sete e o leitor acompanha as peripécias do personagem Jorginho em suas andanças pelo mundo das cores. Durante a leitura, a dica é deixar com as crianças papel, lápis de cor, giz de cera, aquarela, guache ou o que tiver em casa, para que elas possam criar seus desenhos enquanto ouvem a história.

Como sobreviver até os 13 anos

Do autor Claus Cataldi. O adolescente criou um diário das suas próprias vivências com conselhos que podem ser úteis para a garotada que, certamente, vai se identificar com muitas situações. O título traz, de forma leve e divertida, acontecimentos rotineiros de sua infância, apontando dicas e soluções, uma espécie de autoajuda para o público teen.

Como música para os ouvidos

O livro da autora Isa Colli conta a história de Nicolas, um garoto autista que enfrenta desafios importantes ao ingressar em uma escola regular. A narrativa destaca a jornada do protagonista, sua família e os professores que o apoiam, demonstrando que a inclusão é possível quando há amor, compreensão e dedicação.

Uma das características mais marcantes da obra é a capacidade da autora de transmitir, de forma delicada e autêntica, as experiências do menino Nicolas, permitindo que os leitores compreendam as complexidades do autismo e as emoções do garoto.

Além disso, “Como Música para os Ouvidos” oferece uma visão valiosa sobre o papel dos educadores na inclusão de alunos com deficiência. Os atores que cercam Nicolas são apresentados como modelos positivos de professores que se esforçam para criar um ambiente escolar inclusivo e acolhedor.

Com os pés sujos de Lama

E quem precisa dar um alerta sobre o excesso de tecnologia, o livro “Com os pés sujos de Lama” pode dar uma ajudinha. A escritora Ana Rapha Nunes mostra a importância que atribui aos vínculos construídos na infância, seja com a mãe, o pai, a avó, um amigo, enfim, relacionamentos que cada vez mais vão se tornando distantes em nosso tempo de pressa, muito trabalho e contatos virtuais.

As aventuras de Aduke

Uma história da escritora Eliane Benício que se passa na escola e ensina cidadania para as crianças. Quando pequenos, não sabemos ao certo quem somos ou por que somos assim, assado ou ensopado. Mas é de pequeno que a gente descobre as coisas. Aduke ficou encantada ao conhecer suas origens africanas! Ela quis logo contar aos seus amigos da escola, que também partilharam o que sabiam de suas próprias origens! E todos ali perceberam e se alegraram de pertencer a um lugar com tanta riqueza e diversidade!

O Rio Grinalda

Nos dias de hoje, é impossível não pensar na sustentabilidade do planeta. “O Rio Grinalda” é a opção ideal para aproximar a meninada deste universo. O livro da escritora Isa Colli fala sobre poluição dos rios, alerta para a degradação ambiental e a mostra a importância da reciclagem. Nesta história, os bichos ensinam como agir diante de situações de depredações e falta de cuidado com a natureza.

A fada Verduxa  

E para quem gosta de folclore, não há melhor escolha que “A Fada Verduxa”. A protagonista – metade fada, metade curupira -, é protetora das matas de uma belíssima região chamada Montes Belos. O local sofre a ação de um ganancioso madeireiro, mas Verduxa faz de tudo para defender sua floresta. É uma dica de leitura perfeita, que pode incentivar também a pesquisa sobre as diferentes lendas do curupira existentes em nosso folclore.

Tatúlio em: conta comigo

Dos autores Renato Oliveira e Marcelo Correia mostra às crianças e seus pais a importância de se colocar no papel do próximo, especialmente quando esse está passando por alguma situação ruim.

Todos os livros da editora podem ser encontrados facilmente no Brasil, na Europa e no mundo todo nos principais sites de e-commerce no formato impresso e e-book. Seguem alguns exemplos de lojas: Amazon, Wook, Fnac, Americanas, Submarino, entre outros.

Informações: www.collibooks.com.br

Cultura

Lançamento Literário: Ton Felix Decodifica a Era dos Streampunks no Novo Panorama Midiático

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O renomado comunicador e acadêmico Ton Felix embarca na jornada de dissecar um dos mais significativos movimentos culturais da era digital em seu novo livro “Streampunks: Um Fenômeno Contemporâneo”. O autor, que também é professor universitário, articula um estudo sobre a ascensão e o impacto dos Streampunks — criadores de conteúdo que emergiram da plataforma YouTube, alterando irreversivelmente o mercado audiovisual e a maneira como consumimos mídia.

Felix oferece uma perspectiva única, fundamentada em sua vasta experiência e erudição acadêmica, para compreender o fenômeno dos Streampunks como um acontecimento histórico marcante. O livro percorre a história imediata, conectando as temporalidades históricas com as vivências sociais do presente e projetando luz sobre as práticas, emoções e ideologias que definem esta geração emergente.

“Minha intenção é desvendar os processos que trouxeram os Streampunks ao proscênio do palco midiático, explorando o entrelaçamento das suas práticas com longas tradições enquanto os insiro dentro do fluxo da história cultural e imediata”, explica Ton Felix. “Este livro é um método híbrido de narrativa histórica, capturando o fenômeno dos Streampunks não apenas como criadores de conteúdo, mas como verdadeiros agentes sociais contemporâneos.”

A obra traz à tona reflexões sobre a identidade fluida em uma sociedade interconectada, onde as fronteiras entre o pessoal e o público se tornam cada vez mais tênues. Além disso, “Streampunks: Um Fenômeno Contemporâneo” não se limita ao papel de cronista; ele avança em direção à interpretação e análise, contribuindo assim para a disciplina da História Imediata, uma categoria que reforça a compreensão de experiências sociais contemporâneas.

“A História Imediata nos permite analisar a contemporaneidade nas mídias e redes sociais, bem como as ações dos novos movimentos sociais das últimas décadas”, declara Ton Felix. “Meu livro encoraja os leitores a refletirem sobre os antecedentes construtores da contemporaneidade, que são reveladores das novas demandas sociais impulsionadas pela aceleração da comunicação.”

Ton Felix, com seu profundo conhecimento interdisciplinar que abrange desde a produção de imagens em fotografia e audiovisual até relações internacionais, encontra-se excepcionalmente equipado para liderar discussões sobre como a comunicação e a educação se entrelaçam para moldar o futuro.

“Streampunks: Um Fenômeno Contemporâneo” se revela uma leitura cativante e essencial, uma crônica do tempo que vivemos, e é particularmente indicado para quem busca compreender os novos desafios e potenciais do mundo contemporâneo da comunicação e da educação.

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Cultura

Acontece até domingo na capital paulista o projeto ‘O rio que nasce na minha cabeça’ que mostra a importância afetiva e ambiental dos rios

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Uma série de leituras de obras literárias e expressões artísticas são realizadas em praças, escolas e bibliotecas públicas

A importância afetiva e ambiental dos rios é o tema do projeto ‘O rio que nasce na minha cabeça’, que promove a leitura de obras literárias e expressões artísticas em praças, escolas e bibliotecas de São Paulo, com atividades gratuitas dias 27 e 28 de abril.

As experiências culturais vão girar em torno de leituras que aproximam o público dos rios e que fazem parte de um acervo selecionado com mais de 40 livros para a infância. Entre eles, ‘Fio de Rio’, de Anita Prades (cujas ilustrações foram selecionadas para a Bienal de Bratislava); ‘Um dia, um rio’, de Leo Cunha e André Neves, ‘Meu Avô Apolinário’, de Daniel Munduruku; ‘Um Dia Feliz”, de Patricia Santana e Carol Fernandes; ‘Falo como um rio’, de Jordan Scott e Sydney Smith; e ‘A história das crianças que plantaram um rio’, de Daniel da Rocha Leite.

Obras voltadas ao público adulto, que usam os rios como tema, também fazem parte do repertório literário. Entre os autores, estão Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Gabriel García Márquez, Eduardo Galeano e Mário de Andrade. “Dessa forma, vemos e partilhamos o livro como arte, lado a lado com outras linguagens e materialidades”, argumenta Mariana Fujisawa, artista visual e uma das mediadoras do projeto.

O projeto é aberto ao público e acontece na biblioteca Camila Cerqueira César (zona oeste), no dia 27, e no recém-inaugurado Parque Linear Água Podre-Ypuera, dia 28. “O parque acabou de ser inaugurado e o público do entorno ainda não conhece. Levar o projeto para lá é uma forma de divulgar e prestigiar o espaço, que é fruto da luta pela proteção das nascentes do córrego Água Podre”, diz a educadora Juli Codognotto, idealizadora do projeto. No evento do dia 28, a organização doará livros para os participantes e para o parque, iniciando uma biblioteca comunitária no espaço.

“Queremos instigar o desejo e o prazer da leitura em infâncias de todas as idades e despertar, por meio do fluxo dos rios, o fio da memória e costurá-lo com aquele fio que guia nossa imaginação até o futuro.” O projeto de Juli Codognotto foi contemplado pelo edital PROAC 24/2023, de Produção e Realização de Projeto de Incentivo à Leitura.

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Cultura

Grafiteira baiana Andressa Monique lança obra Dengo de Mãe

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A experiência da maternidade não é igualitária para todas as mulheres e precisamos desmistificar isso, quando falamos de violência obstétrica atrelada ao racismo, acesso ao pré natal as mulheres negras são as que mais sofrem nesse período tão importante que é a gestação. É práxis nas maternidades Brasileiras com pequenas exceções, darem menos anestesia na hora do parto as mulheres negras pois as consideram mais fortes a dor no momento do parto.

Mas essa é uma problemática que vem desde o período de escravização no Brasil, as mulheres negras sequestradas do continente africano não cumpriam somente funções do trabalho doméstico e nas lavouras, seus corpos eram usados para gerarem mais escravizados através da violência dos traficantes de escravizados e essas mulheres ainda tinham que alimentar com seu leite os filhos e filhas das sinhás, ainda hoje no séc. XXI diversas mães negras deixam seus filhos e filhas com tias, avós, vizinhas e em alguns casos até em casa sozinhos por não ter rede de apoio, para ofertar sua mão de obra cuidando e criando filhos de outras mulheres que trazendo o recorte racial dessas mães a grande maioria são mulheres brancas que saem para trabalhar, estudar dentre outras atividades.

A obra foi elaborada pela artista Andressa Monique que é mãe residente da cidade de Salvador -BA, com título: DENGO DE MÃE, dengo é uma palavra que tem origem africana “ndengo” da língua Quicongo e significa carinho, aconchego e afeto. Como forma de prestar uma homenagem a todas as mulheres negras mães que foram obrigadas a renunciar a maternidade para criar os filhos de outras mulheres, com desejo de que todas a mulheres negras possam criar seus filhos com rede de apoio, sem medo, com menos violência, que essas mães possam dá aos seus filhos e filhas todo amor e cuidados que suas ancestrais foram obrigadas a renunciar. E que os moradores do local onde a pintura será realizada sintam esse amor e acolhimento através dessa pintura.

O graffiti é uma arte que tem na sua base pessoas negras como criadoras dessa linguagem artística, que dialoga com as cidades e comunidades brasileiras retratando a realidade do nosso cotidiano e revitalizando os espaços trazendo cor e mensagens através das obras elaboradas. A pintura será realizada utilizando materiais de excelente qualidade garantindo assim sua durabilidade e com uma esquipe de profissionais que já possuem experiência em trabalhos em grandes dimensões.

Sobre: Andressa Monique, nascida em Salvador – BA na comunidade do Beiru, MÃE, Dona de casa, grafiteira, ilustradora e arquiteta e urbanista. Seu trabalho busca uma reconexão de sua ancestralidade através da representatividade de mulheres negras e com a representação de divindades das religiões afro-brasileiras, pois enxergar seu trabalho como um instrumento decombate ao racismo através do graffiti. Em 2023 foi uma das artistas selecionadas no MAR –Museu de Arte de Rua de São Paulo, Participou do MICBR- Mercado das Indústrias Criativas do Brasil em Belém – PA, sendo uma das representantes do setor HIP-HOP. Foi uma das artistas selecionadas no 1a Prêmio Pretas Potências na categoria Artes Visuais – Graffiti. Em2021 recebeu o prêmio pela Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop na Categoria Graffiti. Em 2019 participou da circulação artística e educativa – Bahia – Moçambique – Projeto Griots (Edital de Mobilidade Artística da Secretária de Cultura do Estado da Bahia) realizando oficinas educativas de graffiti. Atualmente é aluna no curso de Pós Graduação pela Universidade do Estado da Bahia em Gênero, Raça, Etnia e Sexualidade na Formação de Educadores. Formada em Arquitetura e Urbanismo em 2018, é Pedreira Polivalente pelo Senai em 2019, integrante do Coletivo Preta Arquitetura, foi Aluna Especial no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – FAUFBA em 2018. Já participou de algumas mesas como palestrante: 2018 -Salvador e Suas Cores Cidades da Diáspora Negra-Laços África Brasil com apresentação de artigo com o tema: O graffiti e a religião afro-brasileira na cidade de Salvador–FAUFBA. 2018.

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